mar 13

Quem disse que para se vestir bem é preciso ter o corpo daquelas modelos altas, lindas e ainda por cima magras?O que vale mesmo na hora de se arrumar são algumas dicas do que as mulheres podem usar. Também é preciso ficar atualizada sobre os mitos e as verdades a respeito do que favorece ou não a silhueta. Veja algumas dicas da loja Palank Fashion para parecer mais magra.

Sobreposições
Super na moda, as sobreposições podem disfarçar os quilos a mais. Ficam bem interessantes aquelas em que se usa uma peça rendada por baixo e, por cima, uma blusa cache-coeur. Trespassada, ela oferece profundidade ao decote e suas linhas transversais dão a ilusão de emagrecimento.

Drapeados
É um mito dizer que drapées não ficam bem em quem está um pouco acima do peso. Quando o drapeado for enviesado ele dá uma sensação visual de alongamento, podendo ser usado sem medo.

Listras
As listras estão nas coleções de inverno, ao lado das estampas gráficas. Elas ficam ótimas quando transversais ou verticais. Dessa forma a silhueta fica mais afinada. Disfarçam inclusive cinturas mais amplas.

Babados e jabôs
São permitidos! Os jabôs, por serem verticais, alongam o decote e valorizam o colo. Babados muito grandes devem ser evitados.

Blusê
Ao contrário do que dizem, o efeito blusê, franzido embaixo, na barra, disfarça os quilos a mais, desde que não haja muita sobra de tecido. Quando cortado em viés dá a sensação de encompridar a figura.

Modelagem
Enganam-se aqueles que pensam que a modelagem para pessoas acima do peso ideal tem que ser reta ou ampla demais. A modelagem basque, suavemente acinturada afina a silhueta, especialmente nos paletós e casacos.

Decotes
É sempre interessante ressaltar o colo e alongar o pescoço. Sendo assim, os decotes em V são bem-vindos, sempre. Outro decote que destaca essas partes do corpo são aqueles degagée, isto é, aqueles amplos, que desabam pelo colo. Devem ser sempre de tecidos leves e molinhos como malha de algodão e jersey.

Mix de estampas
Elas podem ser usadas sim, desde que combinadas, lado a lado, em recortes verticais. As mais miúdas disfarçam as medidas maiores.

Recortes
Recortes verticais, especialmente em vestidos, casacos e paletós alongam a silhueta, dão um efeito emagrecedor.

Truques
Camisas são ótimas opções de top. A linha do abotoamento, vertical, cria uma ilusão de alongamento. Usadas com paletós ou jaquetas abertas, malhas de decote em V ficam ainda mais emagrecedoras visualmente.

Colares longos estão na ordem da estação e são excelentes na arte de iludir o olhar. Utilizados com peças de decote redondo ou canoa, eles encompridam a silhueta. O mesmo efeito têm os écharpes e cachecóis, usados abertos ou enrolados no pescoço e com as pontas caídas na frente.

(Fonte: mulher.terra.com.br)


mar 13

História da música é o estudo das origens e evolução da música ao longo do tempo. Como disciplina histórica insere-se na história da arte e no estudo da evolução cultural dos povos. Como disciplina musical, normalmente é uma divisão da musicologia e da teoria musical. Seu estudo, como qualquer área da história, é trabalho dos historiadores, porém também é freqüentemente realizado pelos musicólogos.

Este termo está popularmente associado à história da música erudita ocidental e freqüentemente afirma-se que a história da música se origina na música da Grécia antiga e se desenvolve através de movimentos artísticos associados às grandes eras artísticas de tradição européia (como a era medieval, renascimento, barroco, classicismo, etc.). Este conceito, no entanto é equivocado, pois essa é apenas a história da música no ocidente. A disciplina, no entanto, estuda o desenvolvimento da música em todas as épocas e civilizações, pois a música é um fenômeno que perpassa toda a humanidade, em todo o globo, desde a pré-história.

Em 1957 Marius Schneider escreveu: “Até poucas décadas atrás o termo ‘história da música’ significava meramente a história da música erudita européia. Foi apenas gradualmente que o escopo da música foi estendido para incluir a fundação indispensável da música não européia e finalmente da música pré-histórica.”

Há, portanto, tantas histórias da música quanto há culturas no mundo e todas as suas vertentes têm desdobramentos e subdivisões. Podemos assim falar da história da música do ocidente, mas também podemos desdobrá-la na história da música erudita do ocidente, história da música popular do ocidente, história da música do Brasil, história do samba, e assim sucessivamente.


mar 13

Características

“Cavalo” (do latim caballus), é um mamífero ungulado de grande porte. Portador de uma cauda vertebral muito curta, mas prolongada por longos pêlos, o cavalo é reconhecido também pelas orelhas curtas, eretas, e a crina pendente. A dentição apresenta longos incisivos, cujo grau de desgaste indica a idade do animal, e grandes molares. Um grande casco envolve totalmente a última falange do único dedo em que termina cada membro, esse casco chega a pesar até 500 g. O cavalo é herbívoro, granívero e corredor, e não tem outra arma além dos cascos, sua rapidez e fuga evita muitas vezes os confrontos.

A fêmea (égua) tem um filho (potro ou poldro) por gestação, e essa gestação dura 11 meses.

Evolução

A evolução do cavalo foi marcada pelo aumento de tamanho, a redução e, depois, o desaparecimento dos dedos laterais, ao mesmo tempo que ocorreu o crescimento do dedo médio, a molarização dos pré-molares e o desaparecimento dos caninos.

História

A domesticação dos cavalos foi muito importante para o desenvolvimento das civilizações asiáticas e européias. Isso ocorreu a 3 mil anos atrás.

Na Europa Ocidental, até a Idade Média, a posse e o uso do cavalo eram exclusivos da casta aristocrática dos cavaleiros, que o empregava na guerra, no jogo e na ostentação social. Além de seu emprego militar (cavalaria), o cavalo foi usado como animal de carga e de sela, como animal de atrelamento (carroça, charrete, barco, trenó, máquina agrícola), para bater cereais ou para a movimentação de mecanismos destinados a moer (moinho de farinha, extrator de óleo, amassador de frutas), bater os grãos ou elevar a água (nora).

No séc. XIX, a modernização da agricultura, o desenvolvimento da mecanização e o melhoramento dos transportes provocaram uma procura crescente do cavalo. A criação se organizou para responder a essa procura. As grandes raças de prestígio começaram a individualizar-se sob a dupla tutela dos haras e das autoridades agrícolas.

Os cavalos aumentaram de peso e tamanho, mas conservaram em geral sua aptidão para o deslocamento rápido, pois muitos deviam puxar, em grande velocidade, cargas cada vez mais pesadas. O cavalo foi empregado em diversos trabalhos, nas mais diversas condições, às vezes, muito duras. Porém, com bom trato, o cavalo provou ter boa adaptabilidade ao trabalho.

No Brasil, o cavalo começou a substituir o boi na aração e nos transportes no séc. XVIII e vem sendo substituído pelos meios mecânicos.

Raças Brasileiras

As principais raças brasileiras são o comum, descendente do berbere (Minas, Nordeste e Rio Grande do Sul); o Guarapuara ou Guarapuavano (Santa Catarina, Paraná e São Paulo); o Mangalarga paulista, o Mangalarga mineiro e Mangalarga Marchador (este em Minas); o Pantaneiro (fixado no Pantanal há três séculos); o Crioulo (Rio Grande do Sul); o Campeiro (Santa Catarina) e o Nordestino. O rebanho brasileiro é calculado em 5,4 milhões de cabeças (1984).

Curiosidade

O Cavalo pode viver em média 25 anos, porém, foi registrado um cavalo com 40 anos.

O cavalo de corrida chega a correr até 68 km/h.

Veja abaixo algumas das principais raças de cavalos.

  • Andaluz Brasileiro
  • Árabe
  • Crioulo
  • Holsteiner
  • Mangalarga
  • Pura Raça Espanhola
  • Puro Sangue Inglês
  • Puro Sangue Lusitano
  • Quarto de Milha

Coalheira

Até o séc. X, o cavalo ainda era atrelado de tal maneira que, ao puxar a carroça, ficava em perigo de morrer asfixiado. É que a coalheira era presa ao redor do pescoço, forçando a garganta durante a marcha. Desse modo, o rendimento do animal era bastante reduzido, e um cavalo não podia puxar mais de 500 kg. Quando se passou a colocar a coalheira à altura das espáduas, cresceu a capacidade de tração do cavalo.

Classificação

Família dos Equídeos.