jun 20

Atenção com os cabelos no inverno
Com a chegada do inverno, período marcado pelo frio e pelo tempo seco, as doenças do couro cabeludo costumam se agravar. Cada vez mais freqüentes, as caspas, a queda dos fios e a coceira são alguns dos problemas que insistem em incomodar nessa época do ano. Por isso, os cuidados precisam ser redobrados.

A dermatite seborréica, a temida caspa, é uma das doenças mais comuns na temporada. Ela acomete de 2% a 5% da população, sendo mais freqüente no sexo masculino. Pode ser mais intensa nos recém-nascidos e a partir da adolescência. O médico Gilvan Alves, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, afirma que o problema é freqüente na adolescência devido a alterações hormonais. “Nessa fase, as glândulas sebáceas estão em maior atividade”, comenta.

A caspa tem caráter crônico, com tendência a períodos de melhora ou piora. “No inverno, a queda da temperatura e a baixa umidade provocam deixam a pele mais suscetível a irritações e inflamações”, afirma o especialista. O estresse e o cansaço ligados ao ritmo de vida acelerado também podem ser os fatores desencadeadores da patologia. “Por se tratar de uma doença crônica, é importante o uso de medicamentos, como xampus apropriados”, explica o dermatologista.

Fios em queda - A queda de cabelo afeta um grande número de pessoas e pode trazer conseqüências biopsicossociais. “A alopecia decorre da alteração no folículo piloso. Se essa alteração não destrói a matriz capilar, os fios voltam a crescer naturalmente. Caso contrário, pode resultar na formação de feridas e produz uma perda permanente”, alerta.

Na estação mais fria, a psoríase e a dermatite atópica podem surgir no couro cabeludo e em outras partes do corpo. Vale destacar que o diagnóstico das doenças é feito sempre por um dermatologista, que irá prescrever o melhor tratamento para cada caso.

Dicas para Prevenir as Doenças do Couro Cabeludo
:: Lave o cabelo com água de morna para fria, com temperatura por volta de 22ºC;

:: Não durma com os cabelos molhados ou úmidos;

:: Use xampus adequados ao seu tipo de cabelo e condicionador apenas nas pontas;

:: Não utilize produtos ou medicamentos sem orientação médica;

:: Alimente-se de forma saudável, ingira água em abundância e mantenha sob controle o estresse;

:: Procure um dermatologista diante de sintomas no couro cabeludo.

(Fonte: www.saude.com.br)

jun 2

Cabelo oleoso - Tá aquele calor e seu irmão fala: “Caramba! Dá para fritar um ovo na sua cabeça, hein?”. Pois é, esse tipo de cabelo é pesado, não tem volume, é “gorduroso” e, na maioria das vezes, é fino. O pobre cabelo costuma ficar ainda mais oleoso por causa do estresse, da poluição e da má alimentação!

Cabelo seco - Todos falam que seu cabelo parece uma palha de aço só porque ele é elétrico? “Elétrico?” Pois é, quando você penteia o cabelo e aqueles fiozinhos seguem o pente é porque o cabelo acumulou eletricidade. Essa é uma das características dos cabelos secos, além de serem frágeis e sem brilho. “Mas por que eles ficam assim?” Pode ser por fator hereditário, ou por causa da exposição ao sol, banhos de mar e de piscina sem nenhuma proteção. As tinturas permanentes são terríveis vilãs também!

Cabelo misto - É aquele cabelo oleoso na raiz e seco nas pontas.

Cabelo normal - É o cabelo que qualquer um quer ter: macio, sedoso e com certo volume.

jun 2
A mensagem positiva logo de manhã
é um estímulo que pode mudar o seu humor,
fortalecendo sua autoconfiança

Com este pensamento positivo,
você reunirá forças para vencer os obstáculos.

Não deixe portanto que nada afete seu espírito.
Envolva-se pela música, ouça, cante e
comece a sorrir mais cedo.

Ao invés de reclamar quando o relógio despertar,
agradeça a Deus pela oportunidade
de acordar mais um dia.

O bom humor é contagiante espalhe-o,
fale de coisas boas,
de saúde, de sonhos, de amor.
Não se lamente!!!

Ajude as outras pessoas a perceberem
o que há de bom dentro de si.

Não viva emoções mornas ou vazias.
Cultive seu interior.

Extraia o máximo de pequenas coisas.
Seja transparente e deixe que as pessoas
saibam que você as estima e precisa delas.
Repense os valores e dê a chance
de crescer e ser mais feliz.

Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito.
Torne suas obrigações atraentes,
tenha garra e determinação.

Mude, opine, ame o que faz.
Não trabalhe só por dinheiro e sim
pela satisfação da missão cumprida.
Lembre-se de que nem todos
têm a mesma oportunidade.

Pense no melhor, trabalhe pelo melhor
e espere o melhor.

Transforme seus movimentos em oportunidades.
Veja o lado positivo das coisas
e assim tornará seu otimismo uma realidade.

Não inveje. Admire!!!
Sinta entusiasmo com o sucesso alheio,
como seria com o seu próprio.

Idealize um modelo de competência
e faça sua auto avaliação
para saber o que lhe está faltando para chegar lá.

Ocupe seu tempo crescendo,
desenvolvendo suas habilidades e seu talento.
Só assim não terá tempo de criticar os outros.

Não acumule fracassos e sim experiências .
Tire proveito dos seus problemas
e não se deixe abater por eles.

Tenha fé e energia, acredite!!!
Você pode tudo que quiser.

Perdoe!!
Seja grande para os aborrecimentos,
pobre para a raiva, forte para vencer o medo
e FELIZ para permitir momentos felizes.

Não viva só para o trabalho.
Tenha outras atividades paralelas
como esportes, leituras, cultivar amigos.
O trabalho é uma das contribuições que damos à vida,
mas não se deve jogar nele
todas as nossas expectativas de realizações.

Finalmente, ria das coisas à sua volta,
de seus problemas, de seus erros, ria da vida.

E… ame. Antes de tudo, a você mesmo!
jun 2
Por uma estrada, um dia, uma criança Muito loira e risonha, nela andava.
Seu coração, tão cheio de bonança,
O pequenino peito palpitava.
Em uma das mãozinhas segurava um arco de ouro,
E noutra ela trazia
Setas douradas, com que costumava ferir os corações, que sempre via.  
A boca cor de rosa, uma canção muito Doce e divina balbuciava.
O canto extasiava o coração.
Era Amor, que cantando, assim passava.
Ele já ia em meio da jornada;
Porém, certa manhã de primavera, Sentou-se numa pedra dessa estrada,
A meditar no mal que ele fizera.
“Meu Deus!
Com essa minha travessura
Não pensei tanto dano assim causar.”
E tendo a alma repleta de amargura, Arrependido,
Amor pôs-se a chorar.
Nesse instante, porém, uma donzela, que Tinha as vestes verdes cor do mar,
Parou ali.
E a sua voz tão bela
Procurou o menino consolar.
-”Não chores mais, meu anjo, vem comigo, eu sei o que te causa tanta dor.
É por isso que eu venho ter contigo; Enxuga esse teus olhos, Deus do Amor!”
-”Eu queria saber - disse a criança - O teu nome…
Afinal como é então?”
-”Meu nome é lindo, chamo-me Esperança”, respondeu-lhe com toda emoção.
-”Quero ir contigo, pela estrada afora,
Consolar esses pobres corações; Eles sofrem por tua causa agora e choram as perdidas ilusões”.
E os dois partiram, com as mãos unidas, Sorrindo ia a Esperança a consolar.
Caminhavam assim, por avenidas, que Um sol ardente vinha iluminar.
Por muito e muito tempo eles andaram, Até que enfim, em uma encruzilhada,
Cansados, Esperança e Amor pararam, Estavam quase ao término da jornada.
Ali tudo era belo… Bem distante Erguiam-se montanhas azuladas.
Aos seus pés, a água clara e murmurante Passava sob as flores perfumadas.
Traído Amor e a Esperança, Embevecidos,o céu de anil ficaram a fitar.
E como ambos estavam distraídos, não Sentiram alguém se aproximar.
“Aqui estou eu”, falou uma voz dolente Que também traduzia a ansiedade,
“Meu nome é triste - disse docemente - Mas é bem lindo, eu sou a Saudade.
- “Os corações, que tu Amor, feriste, Agora estão cansados de chorar”.
- “Tu, Esperança, tanto os iludiste!… Pra que foi que os fizeste em vão sonhar?”
-”Ficai! Que junto aos pobres desgraçados Saberei preencher vosso lugar”.
-”Eles hão de sorrir mais consolados; Junto deles eu sempre hei de ficar”.
-”E há de então repassar-lhes pela mente o passado, que outrora os fez sonhar.
 
-”Quem sabe se mais lindo e mais sorridente,
Porque com Saudade hão de evocar!” Assim é a vida.
Amamos e sentimos A Esperança afagar o coração;
Porém bem cedo nos desiludimos.
Junto a nós Saudade fica então.
(de: Diléia Prado)
jun 1

Da tua voz
o corpo
o tempo já vencido