jun 20

Atenção com os cabelos no inverno
Com a chegada do inverno, período marcado pelo frio e pelo tempo seco, as doenças do couro cabeludo costumam se agravar. Cada vez mais freqüentes, as caspas, a queda dos fios e a coceira são alguns dos problemas que insistem em incomodar nessa época do ano. Por isso, os cuidados precisam ser redobrados.

A dermatite seborréica, a temida caspa, é uma das doenças mais comuns na temporada. Ela acomete de 2% a 5% da população, sendo mais freqüente no sexo masculino. Pode ser mais intensa nos recém-nascidos e a partir da adolescência. O médico Gilvan Alves, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, afirma que o problema é freqüente na adolescência devido a alterações hormonais. “Nessa fase, as glândulas sebáceas estão em maior atividade”, comenta.

A caspa tem caráter crônico, com tendência a períodos de melhora ou piora. “No inverno, a queda da temperatura e a baixa umidade provocam deixam a pele mais suscetível a irritações e inflamações”, afirma o especialista. O estresse e o cansaço ligados ao ritmo de vida acelerado também podem ser os fatores desencadeadores da patologia. “Por se tratar de uma doença crônica, é importante o uso de medicamentos, como xampus apropriados”, explica o dermatologista.

Fios em queda - A queda de cabelo afeta um grande número de pessoas e pode trazer conseqüências biopsicossociais. “A alopecia decorre da alteração no folículo piloso. Se essa alteração não destrói a matriz capilar, os fios voltam a crescer naturalmente. Caso contrário, pode resultar na formação de feridas e produz uma perda permanente”, alerta.

Na estação mais fria, a psoríase e a dermatite atópica podem surgir no couro cabeludo e em outras partes do corpo. Vale destacar que o diagnóstico das doenças é feito sempre por um dermatologista, que irá prescrever o melhor tratamento para cada caso.

Dicas para Prevenir as Doenças do Couro Cabeludo
:: Lave o cabelo com água de morna para fria, com temperatura por volta de 22ºC;

:: Não durma com os cabelos molhados ou úmidos;

:: Use xampus adequados ao seu tipo de cabelo e condicionador apenas nas pontas;

:: Não utilize produtos ou medicamentos sem orientação médica;

:: Alimente-se de forma saudável, ingira água em abundância e mantenha sob controle o estresse;

:: Procure um dermatologista diante de sintomas no couro cabeludo.

(Fonte: www.saude.com.br)

abr 25

Nada mais chique e elegante que um sapato alto, com bico fino, concorda? Até o jeans esporte torna-se clássico. E este modelo é predominante nas vitrines e calçadas, mesmo com a chegada dos sapatos de bico arredondado.
Mas será que seus pés agradecem todo esse esforço? Afinal, eles carregam o seu corpo pra todo lado e são o pilar de sustenção.
Como diz o médico ortopedista Márcio Cruz, as mulheres têm pouca consciência do que estão usando e querem saber mesmo é da estética. “Além disso, o mercado dos calçados não tem preocupação com a saúde dos pés. A moda em primeiro lugar”, analisa.
É claro que um sapato com salto médio, de três a seis centímetros, não vai prejudicar sua saúde. Mas experimente andar com saltos de dez centímetros todos os dias. Algumas mulheres chegam a dizer que não conseguem mais andar de salto baixo. Sabe por quê? O ortopedista explica que isso é sinal de que o tendão de aquiles já encurtou. Quando a mulher anda de salto muito alto, ela fica na ponta do pé. Isso faz o tendão retrair-se. Com o tempo, ele encurta e ao usar um tênis, por exemplo, a mulher sente dor na panturrilha pelo tendão estar atrofiado”.
Outro problema são as dores no arco anterior, local onde o pé fica apoiado e os famosos e dolorosos joanetes, causados pelo desvio do dedo, por compressão. “Estes são os campeões aqui no consultório”, diz o médico. Algumas mulheres são propensas a ter joanetes, porque possuem um histórico familiar. “Isso não é regra, mas a mulher deve ficar atenta. Se a mãe e a avó têm, é provável que ela desenvolva”.
Andar de salto muito baixo, como sandálias rasteirinhas, também não é uma boa pedida. “O uso de sapato absolutamente plano é prejudicial ao calcanhar, porque o peso fica todo sobre ele. Portanto, nenhum extremo é verdadeiro”, diz o ortopedista.
Preste atenção também ao solado.Um tipo que Márcio Cruz considera péssimo é o anabela, mesmo que a parte da frente e de trás tenham pouca diferença de altura. “Este tipo de solado é muito rígido e dificulta demais a mobilidade do pé. Se não existe o movimento dos músculos que ajudam o retorno do sangue, há uma conseqüente diminuição do retorno venoso, e o efeito é a má circulação”, alerta.

Conseqüências

Se até agora você está orgulhosa porque usa e abusa de saltos e não tem nenhum dos problemas citados acima, não pense assim! Com o tempo, as conseqüências do uso de um calçado errado podem causar muitos danos à sua saúde:

  • Dores articulares nos dedos, arco anterior, arco transversal (a curvatura do pé), calcanhar (esporão, em caso de salto muito baixo), tendinites (Tendão de Aquiles), fascites plantárias (planta do pé)
  • Má circulação, resultando em varizes
  • Dores musculares (exemplo: panturrilha)
  • Torção no joelho, resultando em problemas de lesão no menisco, em ligamentos e o mais comum: lesões na rótula
  • Coluna (lordose, lombalgias…)
  • Recomendações

    Mas, calma! Não é pra entrar em desespero! A medicina preventiva está aí para ajudar. “O ortopedista analisa a história da paciente, vê a morfologia dos pés, faz uma avaliação geral, indica o melhor tipo de calçado e, se necessário, palmilhas, carretel…”. Outra sugestão é alternar o tipo de sapato, um dia usando um de salto baixo e no outro, de salto médio.

    Quem já está com algum problema é recomendável procurar um especialista o quanto antes, para fazer as avaliações necessárias dos ossos e nervos, não somente dos pés, mas de outras partes do corpo.

    Para quem anda muito, é bom fazer algumas paradas, de vez em quando, e fazer exercícios específicos para os pés, recomendados pelo médico, de acordo com cada caso. Assim faz Ana Maria Cota Pereira há alguns anos, exercitando os pés. Ela é literalmente apaixonada por saltos altos, mas nada que ultrapasse os 7,5cm (este tamanho, usava em festas). “Amo andar de salto alto e sei andar. Com eles, a mulher adquire postura e fica elegante. Já tive coleção de sapatos lindos”, diz toda orgulhosa.

    Só que há dois anos, depois de uma torção no pé, ela precisou se conter e usar sapatos mais baixos. “Mas, em breve, voltarei a usá-los”, avisa. Enquanto isso, ela coloca seus pés na água morna e faz movimentos de sobe e desce dentro d’água. “Isso eu aprendi há muito tempo e faço até hoje. O segredo é a água cobrir os tornozelos”, conta.

    E um conselho do médico para as mamães: que fiquem atentas aos calçados de suas filhas. “A gente vê muita criança de salto alto, só porque acham engraçadinho. Isso é um perigo, porque a menina vai ter problema mais cedo do que se imagina. A criança ainda está com o corpo em desenvolvimento. Isso é um perigo”, alerta.

    Dicas

    É verdade e muita gente não acredita: se você vai comprar um sapato, tenha certeza de uma coisa. O melhor horário é o fim do dia, depois que você já andou bastante. Palavra de médico. “Nesse horário, seu pé já está inchado e o sapato tem que ficar acomodado em pés que andaram o dia inteiro”. Outra verdade: jamais experimente somente um pé de um calçado. Tudo bem que somos seres simétricos, mas isso não significa que o lado direito é idêntico ao lado esquerdo. Se você precisa andar rápido, saiba que quanto maior o tamanho do salto, menor a sua velocidade. “Isso foi constatado em uma pesquisa”, diz o médico.



    abr 6
    Além do Rio de Janeiro, outras dez capitais devem estar em alerta para um possível surto de dengue segundo o Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (Liraa), do Ministério da Saúde. Em outras duas capitais, Porto Velho (RO) e Salvador (BA), a situação é mais grave e é classificada pelo relatório como risco de surto. O levantamento apurou a infestação do mosquito em 171 municípios que possuem maior risco de proliferação. O resultado foi divulgado em novembro de 2007 para que cada localidade aplicasse medidas preventivas.
    As capitais em estado de alerta são Manaus (AM), Belém (PA), Palmas (TO), Maceió (AL), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), São Luiz (MA), Recife (PE), Aracaju (SE) e Vitória (ES).
    Em Fortaleza, o secretário municipal de saúde, Odorico Monteiro de Andrade, já transferiu seu gabinete para o Centro de Controle de Endemias da cidade. “A secretaria está muito preocupada, nós consideramos a situação pré-epidêmica e estamos trabalhando para manter o controle e, na pior das hipóteses, se houver epidemia, que nós tenhamos um controle sobre ela”, disse.
    Em 2008 foram registrados em Fortaleza cerca de 2.150 casos de dengue, com sete óbitos ainda em investigação. Andrade afirmou que o trabalho está sendo realizado em dois eixos: prevenção - com a ação de 1.150 agentes de endemia para eliminar criadouros do mosquito - e manejo clínico de casos de dengue.
    “Estamos fazendo um esforço importante de treinamento e capacitação de funcionários da saúde para fazer um diagnóstico diferencial entre a virose dengue e a não-dengue. Com isso a gente pode tratar adequadamente [os doentes] e evitar óbitos”. Segundo o secretário, o combate à doença acontece durante todo o ano e é intensificado no inverno.
    Em Manaus, até ontem, foram registrados 3.789 casos suspeitos - o número já ultrapassa os contabilizados no ano passado. Desses, 1.428 já foram confirmados, sendo 63 de dengue hemorrágica, com 5 mortes. Para a diretora de epidemiologia e ambiente do município, Leila Brasil, o quadro ainda não configura epidemia, mas a Fundação de Vigilância de Saúde de Manaus, em parceria com a secretaria estadual de saúde, já trabalha na Operação de Impacto de Combate à Dengue.
    Segundo Leila, nas últimas semanas, os registros diminuíram e a população está mais sensível à necessidade de eliminar os focos de reprodução do Aedes aegypti. “Já fizemos várias passeatas em distritos que tinham alta densidade de mosquito, entregando material com informações sobre a dengue e alertando a população”, contou.
    O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse hoje (2) pela manhã que alguns estados merecerão atenção especial durante todo o ano de 2008 para evitar situações semelhantes à ocorrida no Rio de Janeiro esse ano.
    “Na Região Norte a nossa preocupação são com os estados do Pará, Rondônia e Amazonas. No Nordeste, a Bahia, o Rio Grande do Norte e Sergipe”, enumerou.
    De acordo com Temporão, esses estados apresentam um número maior de casos em 2008, mas em termos quantitativos, a situação no Rio de Janeiro é muito mais grave. “No Rio você tem 50 mil casos e algumas centenas em outros estados”, comparou.
    Texto: Amanda Cieglinski
    Fonte: Agência Brasil
    Publicado em: 03/04/2008


    mar 12

    A vitamina C é necessária para combater infecções. Ela também atua na absorção do ferro, reduz o nível de triglicerídeos e de colesterol, além de fortalecer o sistema imunológico.

    A melhor maneira de se obter a quantidade necessária desta vitamina é através da alimentação. A vitamina C é encontrada em alimentos como frutas cítricas, tomates, morangos, pimentões e brócolis. Uma dieta rica em frutas e vegetais pode ajudar a prevenir várias doenças, inclusive em determinados tipos de câncer.

    A deficiência de Vitamina C pode causar doenças cardiovasculares, câncer, envelhecimento precoce, imunodeficiências, propensão a contrair virose, flacidez da pele, dificuldade de cicatrização, escorbuto e distúrbios emocionais.

    A Vitamina C utilizada como cosmético ajuda na hidratação e na produção de substâncias que agem na renovação da pele. Ela tem um poder antioxidante, estimulando a eliminação de radicais livres – que são moléculas que causam danos às células e aceleram o processo de envelhecimento.

    A vitamina C também atua na produção de colágeno, essencial em tratamentos de rejuvenescimento. É indicada para pessoas que apresentam linhas de expressão, rugas e outros danos causados pela exagerada exposição ao sol.

    Linhaça
    A linhaça vem se destacando, graças aos benefícios que ela proporciona à nossa saúde.

    A linhaça auxilia o sistema digestivo e o funcionamento do intestino, e conseqüentemente a pele fica mais bonita. A linhaça é considerada um alimento, pois tem propriedades nutricionais básicas e preventivas - graças aos componentes antioxidantes e anticancerígenos. Além disso, é um poderoso desintoxicante.

    O óleo de linhaça é um dos alimentos mais ricos em Omega 3 e Omega 6. A alta taxa de Omega 3 faz da linhaça um alimento de cárater preventivo à saúde, sendo um importante agente antioxidante e renovador celular. É um ácido graxo essencial que oferece vários benefícios a saúde. Ele favorece o metabolismo da gordura e a produção de energia, regulando as funções celulares e a cicatrização dos tecidos. Os ácidos graxos essenciais são imprescindíveis para o corpo humano; por isso, procure incorporar esse precioso alimento na sua dieta.

    A semente de linhaça moída tem mais benefícios nutricionais que a semente inteira. Para preparar a linhaça moída, bata-a em um liquidificador, utilizando cinco colheres de sopa da linhaça, batendo por apenas alguns minutos. Não há necessidade que ela vire pó.

    Em seguida, guarde na geladeira. É aconselhável tomar uma colher de sopa, em jejum, podendo ser com água ou o com qualquer líquido de sua preferência.

    Colágeno
    O colágeno é uma classe bastante abundante de proteínas que são formadas por aminoácidos no organismo humano. Ele tem a função de sustentação das células, mantendo-as unidas e é o principal componente protéico de órgãos como a pele, cartilagens e ossos.

    O colágeno é produzido naturalmente pelo nosso organismo. Contudo, quando entramos na fase adulta (a partir de 30 anos), sua deficiência começa a ser notada - com a diminuição da elasticidade da pele, o aparecimento de rugas e o aumento da fragilidade articular e óssea.

    Benefícios do colágeno
    Combate a flacidez, rugas e fragilidade óssea;
    Enrijece os tecidos da pele;
    Colabora no aumento da tonicidade dos músculos;
    Previne o surgimento das estrias e celulite;
    Fortalece as unhas e melhora o aspecto dos cabelos;
    Auxilia como coadjuvantes em dietas de emagrecimento.
    A deficiência de colágeno, também chamada de colagenose, acarreta problemas como: má formação óssea, rigidez muscular, problemas com o crescimento, inflamação nas juntas musculares, doenças cutâneas, entre outros.



    mar 11

    Manorexia. Ortorexia. Diabulimia. Distúrbio de Alimentação Excessiva. Todas essas são variantes perigosas da anorexia e da bulimia, dois distúrbios de alimentação que se tornaram muito presentes na mídia e são tema de inúmeras reportagens, blogs, sites e programas de TV.

    À medida que as revistas de fofocas reportam o sofrimento dos pacientes glamurosos desses problemas, terapeutas e um número crescente de pesquisadores tentam tratar e compreender essas doenças.

    A doença que acaba de chegar ao catálogo de males relacionados à alimentação é conhecida como “ebriorexia”, uma gíria composta que descreve um problema causado por mistura perturbadora de comportamentos: passar fome deliberadamente, ou comer demais e provocar vômito, acompanhados de uso exagerado de álcool.

    “Ebriorexia” não é um termo médico reconhecido. Mas aponta para um fenômeno perturbador, no que tange aos distúrbios de alimentos e aos distúrbios compulsivos. Entre as pessoas classificadas como ebrioréxicos há os universitários, em sua maioria mulheres, que passam fome o dia todo a fim de compensar as calorias que ingerem em forma de álcool durante suas noitadas.

    O termo se associa também a distúrbios alimentares graves, especialmente a bulimia, a qual muitas vezes acarreta comportamento como o abuso de alimentos e bebidas e o uso do vômito como maneira de purgar o organismo.

    Os anoréxicos, porque restringem severamente sua ingestão de calorias, tendem a evitar álcool. Mas alguns bebem para se acalmar antes de comer, ou para aliviar a ansiedade causada por uma refeição. Ainda outros empregam drogas como cocaína e metanfetaminas para reprimir o apetite.

    “Existem mulheres que têm medo de colocar uma uva na boca mas bebem uma cerveja sem problemas”, disse Douglas Bunnell, diretor dos serviços clínicos em domicílio do Renfrew Center, sediado em Filadélfia.

    O centro, com um pequeno mas crescente número de outras unidades de tratamento de distúrbios da alimentação e de vícios - a maioria dos quais localizados na costa oeste norte-americana, oferece um duplo foco, em problemas de alimentação e de abuso de drogas.

    Bunnell, antigo presidente da Associação Nacional dos Distúrbios de Alimentação dos Estados Unidos , diz que a obsessão pela magreza e a aceitação social do uso da bebida e drogas - bem como a sensação recentemente surgida entre as celebridades de que recorrer a tratamentos de desintoxicação é quase obrigatório, ou até charmoso - são parcialmente culpados pela tendência.

    “Ambos os distúrbios são formas de comportamento que terminam glorificadas e reforçadas”, disse Bunnell. “Beber em excesso se tornou mais aceitável: é uma moda. E perder peso e serem magras é quase um imperativo cultural para as jovens norte-americanas. A mistura das duas coisas não surpreende, e agora chegou a um ponto em que o público começa a se conscientizar do problema”.

    Os psicólogos dizem que os distúrbios da alimentação, como outros vícios, muitas vezes têm raízes na necessidade de amortecer uma dor emocional por meio de substâncias, ou da sensação que beber ou comer em excesso, e depois vomitar, suscita. Os distúrbios são muitas vezes causados por traumas infantis como abuso sexual, negligência dos pais ou outras fontes de angústia mental.

    A manorexia é a versão masculina da anorexia. A ortorexia é uma obsessão por alimentos considerados como saudáveis ¿ por meio da eliminação de gorduras ou conservantes, por exemplo. Mas as pessoas que sofrem essas condições podem correr perigo ao se privar de nutrientes necessários.

    A diabulimia se refere a diabéticos que deixam de tomar insulina, que pode causar ganho de peso, a fim de controlar seu peso. A despeito do nome, o distúrbio não envolve vômito provocado.

    O distúrbio de alimentação excessiva se refere ao consumo excessivo de alimentos, especialmente os ricos em sal e açúcar, que não envolva exercício obsessivo ou vômito provocado para compensar a elevada ingestão de calorias.

    (Fonte:Terra)

    mar 7

    Localizada na região lombar, entre a última costela e o início da região glútea
    (nádega), pode surgir de uma hora para outra, ou ter característica recidivante
    ao longo do tempo. Na maioria das vezes sua etiologia não representa sérios
    problemas, mas exige investigação uma vez que algumas doenças graves podem
    se manifestar através da dor nas costas. Ao contrário do que muitos imaginam,
    dor nas costas não é normal e não deve ser encarada como mais uma conseqüência
    da idade ou do cansaço. A lombalgia é o segundo motivo que mais leva o paciente
    ao consultório do médico, atrás apenas da dor de cabeça. Ainda é causa freqüente
    de afastamento do trabalho, por vezes por tempo prolongado.

    A dor pode ser aguda ou crônica, com início súbito ou insidioso. Sua duração
    é variável podendo ser prolongada. No primeiro caso, geralmente a origem é algum
    movimento brusco, queda ou pequenas lesões nos discos invertebrais. Nesta situação,
    a dor costuma regredir espontaneamente ou com repouso e medicação. Quando
    de duração prolongada, merece atenção redobrada.

    O estresse é causa freqüente e constante na população. Age diferentemente em cada
    organismo, causando, inclusive, dor nas costas. Além das tensões do dia-a-dia,
    somatizadas e direcionadas para a região lombar, as emoções, mudanças de rotina,
    ansiedade e até mesmo boas notícias podem se transformar em dor. Com causas tão
    diversas, o diagnóstico da causa deve ser sempre estabelecido através da avaliação
    médica do paciente e a análise detalhada de sua atividade diária. A prevenção é o
    ideal. Cuidado ao levantar peso excessivo e atenção à postura em casa e no trabalho
    são fundamentais. É sempre bom praticar atividade física regular, passar
    por avaliação médica regular e realizar os exames solicitados pelo especialista.
    Os esportes em terra não são recomendados, dando-se preferência à natação
    e a hidroginástica. É importante corrigir a postura e reduzir o peso, evitando-se os
    antiinflamatórios. Quando não houver lesão, a acupuntura poderá trazer bons
    resultados. Evitar assistir TV ou ler mal posicionado, ou deitado, muitas vezes não
    é apenas a causa da dor, mas sim a explicação para a dificuldade na resposta
    ao tratamento. Evite a automedicação, massagens e outras terapias alternativas.
    ( Acontece - Chico Damaso )

    IMPORTANTE : sempre consulte um médico

    mar 7

    06 de março de 2008 (Bibliomed).

    Na terceira idade, a redução da atividade física leva à perda da independência, a necessidade de cuidados hospitalares e de enfermagem domiciliar, e morte prematura. Como fazer para com que os idosos possam continuar a viver em suas casas, diminuir as internações hospitalares e a necessidade de cuidados de enfermagem? Que tipos de ações (intervenções) devem ser usadas?

    Pesquisadores das Universidades de Bristol e de Oxford, no Reino Unido, fizeram uma revisão sistemática para avaliar a eficácia das intervenções comunitárias complexas na função física e na preservação da independência em idosos. O estudo foi publicado no último número da revista The Lancet.

    Foram avaliados de modo sistematizado estudos controlados em idosos (idade média de pelo menos 65 anos) que vivem em suas casas, com pelo menos 6 meses de seguimento. Foram identificados 89 estudos, incluindo 97.984 pessoas.

    Os resultados indicaram, de uma maneira geral, que as intervenções reduziram as admissões em asilos de idosos, mas não a morte. O risco de internações hospitalares e de quedas foi reduzido e, a função física foi maior no grupo de intervenção do que em outros grupos.

    Segundo as conclusões, as intervenções complexas podem ajudar os idosos a viver de forma segura e independente, e pode ser adaptada para corresponder às necessidades das pessoas e das suas preferências.

    Fonte: The Lancet 2008; 371:725-735

    mar 5

    Produtos diet, light e zero. Diariamente os consumidores encontram novos produtos com essas denominações nos supermercados, bastante em moda nos dias de hoje.Mas qual a real diferença entre cada um deles?
    Alimentos diet são aqueles em que é retirado um dos componentes nutricionais.
    Esses alimentos são indicados para quem tem restrições alimentares a algumas
    substâncias, não necessariamente ao açúcar - podem ser produtos com redução
    de sal, proteínas ou gorduras. No entanto, a maioria dos alimentos diet disponível,
    por ser voltada aos diabéticos, é isenta de açúcar ou possui açúcares de absorção
    lenta, embora possam conter gordura. Isso significa que não há redução de calorias,
    por isso não são produtos indicados para quem deseja reduzir o peso.

    O que faz um produto ser light é a redução em, pelo menos, 25% de algum nutriente
    fornecedor de quilocalorias, como gordura, sal, açúcar e colesterol. Isso faz com
    que os alimentos light tenham menor valor energético, mas não quer dizer que eles
    não tenham em sua composição essas substâncias. São, principalmente, indicados
    para dietas em que precise haver restrição de calorias.

    Já os produtos zero, são assim denominados por apresentaram 0% - ou seja,
    sem calorias -, porém não possuem redução de gorduras e sais, apenas a substituição
    dos açúcares por produtos não-calóricos. Diferem, também, dos alimentos
    diet por terem redução de quilocalorias.

    O mais indicado por médicos e nutricionistas na escolha mais adequada para cada
    dieta é a utilização consciente desses tipos de produtos de acordo com as restrições
    alimentares de cada pessoa. Porém independentemente da dieta a ser seguida,
    o mais saudável é procurar pelos rótulos que não contenham gorduras como
    as “trans” saturadas e colesterol e também optar sempre por aqueles que são ricos
    em fibras e vitaminas.

    ( Mayra Martins | Editoria de Saúde )

    mar 3

    Além de aumentar a flexibilidade e aquecer o corpo para a prática de exercícios físicos, o alongamento é ainda fundamental para aliviar tensões musculares, causadas pela má postura durante o dia. “O ideal seria que quem faz apenas os serviços domésticos, por exemplo, fizesse uma série de alongamentos ao final do dia”, comenta Claudia Turco Viciconte, educadora física da Academia Reebok Sports Club.
    É importante, no entanto, que o alongamento seja feito de forma correta, para que não haja prejuízos à pessoa. “Forçar o movimento pode causar danos à musculatura. A pessoa pode distender um músculo ou mesmo causar um desvio postural”, comenta Claudia. Para não errar, ela dá a dica: “o alongamento não deve ultrapassar o limite da pessoa, que começa quando ela começa a sentir o músculo alongando”.
    Introduzir a prática do alongamento no dia-a-dia pode resultar em benefícios para a saúde de quem o pratica. “É possível ter um bom envelhecimento com o alongamento, porque você trabalha os músculos que vão ficando atrofiados com o passar do tempo”, explica Claudia.

    Os exercícios podem ser feitos entre um trabalho doméstico e outro, enquanto se assiste à TV ou mesmo deitado na cama antes de dormir. E se você não consegue segurar as pontas dos dedos dos pés com as mãos, não desanime. “O alongamento é uma capacidade física treinável. Se hoje você não consegue alcançar o pé com as mãos, em seis meses você irá conseguir”, anima Claudia.

    Benefícios do alongamento:
    - alivia tensões musculares
    - relaxa o corpo
    - previne lesões
    - melhora a postura corporal
    - aquecemo corpo para atividades físicas
    - ativa a circulação

    Confira uma série de alongamentos:

    Ombro: Com os pés paralelos e os joelhos flexionados, traga o braço em direção ao peito. Segure o antebraço com a mão oposta, sempre mantendo os ombros alinhados

    Peitoral: Apóie uma das mãos na parede, mantendo-a alinhada ao ombro. Gire o tronco o máximo que conseguir

    Antebraço: Com o braço estendido, empurre a palma da mão para frente e os dedos em direção ao antebraço

    Tríceps: Flexione o braço para trás da cabeça. Com a mão oposta empurre o cotovelo para baixo

    Coluna: Deitada no chão, traga os joelhos em direção ao peito. Mantenha o quadril do chão

    Posterior da coxa: Com as pernas paralelas e estendidas, puxe os dedos dos pés em direção ao peito. Mantenha a coluna alongada

    Interior da coxa: Una os dois pés mantendo os joelhos afastados. Incline o tronco para frente com a coluna alongada

    Quadríceps: Deite de lado no chão, apoiando-se no antebraço e flexionando o joelho. Com a ajuda da mão, leve-o em direção ao quadril ou levemente para trás

    Glúteo: Flexione uma das pernas para trás o mais confortável possível e a outra para frente, alinhada ao joelho. Incline o tronco para frente o máximo que conseguir

    Panturrilha: Apóie um dos pés em uma parede. Mantenha o calcanhar no chão e os dedos do pé encostados na parede. Leve o peso para cima do pé que está apoiado

    mar 2

    Nosso organismo tem um tipo de relógio interno, que controla quando cada função deve acontecer ao longo do dia. É esse tiquetaque que nos deixa sonolentos à noite, avisa que está na hora de acordar pela manhã e faz a barriga roncar perto do almoço… Esses ponteiros internos também comandam a produção de cada hormônio

    De manhã
    É o pico da produção de cortisol, hormônio que controla a assimilação dos nutrientes, função essencial para garantir o pique no dia-a-dia. Sob efeito do stress, é acionado fora de hora, ultrapassando as doses normais. “E o problema é que vivemos em stress crônico”, lembra o endocrinologista Filippo Pedrinola.
    Em excesso: abre o apetite e aumenta os estoques de gordura porque estimula a produção de células gordurosas especialmente no abdômen. Também altera o metabolismo da insulina, outro hormônio engordativo (entenda melhor no quadro abaixo). Sinais da oscilação: rosto em forma de lua cheia, gordura nas “saboneteiras”, no tronco (com braços e pernas fi nas) e na barriga, onde surgem estrias arroxeadas.
    Como restabelecer o equilíbrio: invista em técnicas para administrar a tensão, como meditação, ioga e atividade física. Vegetais verde-escuros, carnes magras e grãos integrais, ricos em vitaminas do complexo B, equilibram o sistema nervoso, o que reduz o stress.

    À noite
    É durante o sono profundo que o organismo produz o hormônio do crescimento (GH), que infl ui muito na vitalidade. Entre outras funções, aumenta a massa muscular e preserva a musculatura, além de quebrar as moléculas de gordura para transformá-las em energia, o que ajuda a manter o peso.
    Se a produção está comprometida: há perda de massa magra e você vai engordar.
    Sinais da oscilação: ganho de peso e cansaço.
    Como restabelecer o equilíbrio: nada como uma boa noite de sono. Preste atenção à sua disposição pela manhã. Se acorda bem disposta, é de sinal que dormiu o necessário, mesmo que fuja das oito horas médias recomendadas. Ir para a cama antes das 23 horas também garante maior efi ciência do GH, já que esse hormônio entra em ação por volta da 1 hora da manhã.

    Na hora das refeições
    A insulina é especialmente acionada depois das refeição, pois é ela que empurra a glicose da comida para dentro das células, garantindo a energia necessária ao funcionamento de todo o organismo.
    Em excesso: causa uma sensação de fome mesmo quando se está bem alimentado. Quando há muita insulina na circulação, cai o nível de açúcar no sangue, levando a um ciclo vicioso de comer demais. Também facilita o estoque de gordura, pois também estimula a produção de células gordurosas.
    Como restabelecer o equilíbrio: evite os jejuns prolongados (coma a cada três horas). Ficar muito tempo sem comer leva a picos de hipo e hiperglicemia, disparando a produção de insulina. Para manter a insulina sob controle, reduza o consumo de carboidratos refi nados (doces, pães, bolos, biscoitos e macarrão feitos com farinha branca) e coma mais alimentos ricos em fi bras solúveis (maçã, aveia e feijão), que fazem o corpo absorver mais devagar o açúcar, segurando o apetite.

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